Com gols nos acréscimos, Bahia empata em casa com o Atlético-MG

Régis garantiu o Esquadrão fora do Z4 aos 48 minutos da etapa final

Foto: Betto Jr. / Correio da Bahia

O Bahia empatou nesta segunda-feira (30) com o Atlético-MG, na Fonte Nova, pela 16ª rodada da Série A. O placar em 2×2 é a prova de que o futebol é mesmo imprevisível: foram dois gols nos acréscimos do jogo.

Sem o empate, o Bahia teria dormido no Z4. Com o ponto suado conquistado, fica com 17 pontos, em 15º lugar.

O Bahia saiu atrás do placar com apenas quatro minutos. O gol só saiu por um erro de zagueiro: Patric cruzou no segundo pau e Douglas Grolli afastou mal. Chará ficou com a bola, cortou Gregore e ajeitou para Matheus Galdezani chutar para as redes.

O gol saiu quando a partida era uma incógnita. Bom dizer isso, porque o que se viu na sequência foi o domínio tricolor, com muitas chances.

Aos oito, Léo soltou pancada da entrada da área e Victor defendeu. Aos 20, Marco Antônio deixou Patric para trás pela esquerda e cruzou rasteiro. Edigar Junio não alcançou e Juninho afastou.

Na reta final do primeiro tempo, Edigar Junio teve três chances. A mais clara aos 36. Bruno fez uma lindíssima tabela com Vinícius e cruzou na área. Edigar cabeceou raspando a trave de Victor.

Aos 38, Edigar não alcançou cobrança de falta fechada de Vinícius. E aos 43, recebeu cruzamento de Marco Antônio e chutou travado.

O Bahia dominava a posse de bola, e não era de maneira insossa. Mas o Atlético parecia confortável com isso. Jogava buscando o contra-ataque, principalmente através dos velocistas Chará e Luan.

O jogo pelo alto continuou forte no início da etapa final. Tiago teve duas chances, aos 12 e aos 15, em ambas desviando escanteio. Na primeira, Victor pegou. Na segunda, tirou tinta da trave.

Só que Tiago quase entrega, também. Em cruzamento de Patric por baixo, aos 17, o zagueiro mandou contra o próprio gol, na direção do travessão. Anderson afastou.

Final eletrizante
A partir dos 20 minutos, o domínio do Bahia cessou. O time, sem conseguir empatar o placar, era puro nervosismo. Limitou-se a forçar cruzamentos para a área e simular pênaltis, como Régis, logo após entrar em campo.

O mais curioso é que o empate saiu quando o Bahia estava mais tenso e já parecia longe do gol. Aos 38, Régis aproveitou falta de atenção do Galo e cobrou falta rápida para Gilberto, nas costas da zaga – e em posição irregular. Ele chutou da entrada da área, sem chances para Victor.

O nervosismo da torcida na Fonte Nova logo se transformou em tristeza. Aos 46 minutos, Chará puxou o contra-ataque e deixou Ricardo Oliveira cara a cara com Anderson. O veterano não desperdiçou, fazendo o 2×1.

Mas, se o jogo é do Bahia, a ordem é sempre não desistir. Aos 48, após lateral cobrado por Léo, a bola ficou com Régis na área, que mandou no ângulo de Victor.

Na 17ª rodada, o Bahia visita o Fluminense, no domingo (5), no Maracanã, às 19h. Antes, recebe o Palmeiras em casa, na quinta-feira (2), às 19h15, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Com informações do Correio da Bahia.

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