Justiça Eleitoral julga improcedente representação contra divulgação de pesquisa

A Representação foi instaurada pelo PTC, por intermédio de seu presidente Adriano Araujo dos Santos, contra o Vereador Aquiles e o Prefeito Vonte

às 20:52 e atualizado às 22:03

Avatar Por Redação

Imagem: Reprodução

O PTC, sob a presidência de Adriano Araújo dos Santos, protocolou representação na Justiça Eleitoral, tentando a aplicação de multa por divulgação de pesquisa sem registro ao Vereador Aquiles Nereu da Silva Lima e ao Prefeito Vonte do Merim.

A impugnação dizia especificamente sobre uma mensagem que continha apenas uma indicação de que, em uma estimulada “Vonte” teria 65% dos votos e “Tiago” 22%, e que na espontânea, “Vonte” teria 62 e “Tiago” 21. Mensagem essa divulgada em um grupo fechado de WhatsApp.

A Justiça Eleitoral considerou que “como mensagem aleatória, a mesma não tem o poder de influenciar o eleitorado, por falta de elementos mínimos a lhe conferir o mínimo de autenticidade”.

Considerou ainda o Órgão Julgador que “bem ressaltou a Ilustre Promotora, a mensagem guerreada foi enviada em um grupo de WhatsApp, fechado, e que, por isso, tem alcance restrito, situação que poderia ter solução diversa se a mensagem fosse veiculada em sites de notícias locais, por exemplo”.

O Vereador Aquiles ao se manifestar sobre a decisão, informou que já está acostumado com esse tipo de demanda infundada contra sua pessoa pelo grupo político adversário, e que sabe que a representação tem a nítida intensão de intimidar, o que não vai conseguir.

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