Justiça condena operadora Claro a indenizar usuários por mais de três dias de falta de sinal

Foram em torno de 96 horas sem sinal telefônico nos quais os usuários não puderam realizar chamadas telefônicas e não tiveram acesso à internet.
às 17:51

Por Micael Levi

Foto: Reprodução/ TecMundo

A juíza de direito da comarca de Retirolândia, na mesma linha de direito dos juízes de direito das comarcas de Valente, Conceição do Coité e demais cidades da região sisaleira, vem condenando a operadora Claro pelo apagão no sinal que ocorreu nos dia 11, 12, 13, e 14 de julho de 2018.

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Foram em torno de 96 horas sem sinal telefônico nos quais os usuários não puderam realizar chamadas telefônicas e não tiveram acesso à internet. A situação foi ainda mais grave em Retirolândia, sendo que a maioria da população é cliente da operadora, e também é a única que mantém torre de transmissão nesta cidade.

Advogado Aquiles Nereu – Foto: Divulgação

Um dos primeiros a acreditar que a interrupção dos serviços telefônicos por mais de três dias acarretaria mais que mero aborrecimento, chegando ao ponto de causar verdadeiro dano moral foi o advogado Aquiles Nereu da Silva Lima, que, atuando em causa própria, entrou com o processo de número 8000805-24.2018, no dia 28 de agosto de 2018, tendo sido publicado sentença procedente no dia 20 de março de 2019, com condenação da operadora Claro indenização por danos morais em seu favor.

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Na cidade de Retirolândia muitas pessoas deram entrada no referido processo e tem suas demandas sido julgado procedente. O prazo para ajuizar ação por danos morais prescreve em 5 anos.

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