Mais antigo fóssil humano da América estava no Museu Nacional

Fóssil fazia parte da coleção de Antropologia Biológica; acervo com mais de 20 milhões de peças foi eliminado no incêndio que atingiu o local neste domingo

Foto: Reprodução/Twitter

Um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, que fica na Quinta da Boa Vista (Zona Norte do Rio), na noite deste domingo (2). As chamas consumiram toda a estrutura do prédio e eliminaram mais de 20 milhões de itens que compunham o acervo local.

Entre as peças destruídas, está o mais antigo fóssil humano já encontrado na América. Batizada de “Luzia”, o fóssil tinha cerca de 12.500 a 13.000 anos e integrava a coleção de Antropologia Biológica.

O Museu Nacional também abrigava um acervo histórico desde a época do Brasil Império. Além do fóssil citado acima, destacam-se a coleção egípcia, que começou a ser adquirida pelo imperador Dom Pedro I, a coleção de arte e artefatos greco-romanos da Imperatriz Teresa Cristina e as coleções de Paleontologia que incluem o Maxakalisaurus topai, dinossauro proveniente de Minas Gerais.

O Museu Nacional integra o Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro e é vinculado ao Ministério da Educação. A instituição foi criada por D. João VI, em 6 de junho de 1818.

 
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